quarta-feira, maio 27, 2015

Despertar .!

E não foi preciso de muito para que a vontade de escrever despertasse novamente. No ápice do meu stress, deparando com a naturalidade da vida, que me consome de dentro para fora e de fora para dentro, recebo um e-mail do digníssimo, no qual continha linhas inteligentes e palavras meramente calculadas, levando meus sentidos a viver aquelas pautas como se fosse o meu agora.

Cada letra de um momento no qual o personagem presenciou, levando a mais pura docência de um dia marcante.
Sinto despertar em cada canto dos dedos das mãos, onde coçam e sussurram entre eles.
Precisam se expressar. Uma conversa, um atitude, uma lembrança, vontade de escrever e não mais parar.

Comumente aspiro palavras, momentos, situações e replica, a fim de chegar a uma solvência; mesmo sabendo que este desfecho se destrinchará apenas através dos meus passos correntes.

Me pego flutuando em meio aos desejos clandestinos que por objetividade própria, deixam de ser figurados. Acarreto-me de sonhos, afim que se tornem esperança de um futuro próximo. Em acordo com – James C. Hunter “Somos criatura de hábitos e nossas opções são incorporadas a esse ser que chamamos de eu.” Tomo meus próprios princípios e faço dos meus vícios uma suplica para a vida.